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Faculdade de Economia da Universidade do Porto - detalhe

Designação

Designação

Faculdade de Economia da Universidade do Porto

Outras Designações / Pesquisas

Faculdade de Economia do Porto / Faculdade de Economia da Universidade do Porto(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Edifício

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Porto / Paranhos

Endereço / Local

Rua Dr. Roberto Frias
Porto

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 173/2013, DR, 2.ª série, n.º 67, de 5-04-2013 (ver Portaria)
Procedimento prorrogado até 30-06-2013 pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251, de 28-12-2012 (ver Diploma)
Anúncio n.º 13666/2012, DR, 2.ª série, n.º 216, de 8-11-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 26-09-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 10-09-2012 da DRC do Norte para a classificação como MIP
Procedimento prorrogado pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho Nº 72/2004-PRES de 1-07-2004 do presidente dio IPPAR a determinar a abertura do processo de classificação

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

«Se por um lado, são declaradamente expressas as alusões aos valores do movimento moderno no edifício da Faculdade de Economia do Porto, projectada em 1961, por outro, a utilização do vocabulário racionalista não se circunscreve a uma mera convocação modelar. A ostensiva insistência nos volumes prismáticos, independentes na extensão do espaço livre, na utilização modular do espaço, na severa austeridade cromática, na afirmação de uma horizontal monumentalidade indiciam, assim, a necessidade da arquitectura se situar face a um projecto de renovação de um espaço representativo e institucional. Trata-se, acima de tudo, de uma composição geral de grande qualidade, notável pela pujança plástica retirada do betão, visível na articulação dos efeitos de ensombramento e luz, ou nos recortados panos opacos de betão sobre a transparência das superfícies de vidro, que prolongam e intercruzam espaços interiores e exteriores numa atraente e serena fluência. No seu conjunto, estas formulações não dependeram apenas de intuições estéticas momentâneas ou de um funcionalismo consciente. Derivaram directamente de uma ânsia de renovação profissional que se ia operando e perante a qual era de facto necessário "corrigir os erros do academismo, pelo emprego disciplinado que deve presidir às novas construções, tomando-se como exemplo os paquetes, os aviões e os automóveis, onde os ornamentos foram substituídos pela pureza e a lógica da função" (Viana de Lima, 1948).» Rute Figueiredo, 2001.

Imagens

Bibliografia

Título

Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 50

Local

-

Data

-

Autor(es)

-

Título

Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970. Um Património a Conhecer e Salvaguardar

Local

Lisboa

Data

2004

Autor(es)

AA.VV.

Título

Viana de Lima

Local

Vila do Conde

Data

2011

Autor(es)

CASTRO, Cármen

Título

Arquitectura Moderna e Obra Global a partir de 1900

Local

Porto

Data

2009

Autor(es)

TOSTÕES, Ana