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Forno do Cabeço da Cotovia - detalhe

Designação

Designação

Forno do Cabeço da Cotovia

Outras Designações / Pesquisas

Forno do Cabeço da Cotovia / Forno de Cerâmica Romano(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

-

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Leiria / Pedrógão Grande / Pedrógão Grande

Endereço / Local

-- -
Pedrógão Grande

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIM - Monumento de Interesse Municipal

Cronologia

Edital n.º 401/2015, DR, 2.ª série, n.º 89, de 8-05-2015 (ver Edital)
Deliberação camarária de 9-04-2015 a classificar como MIM
Em 14-01-2015 foi dado conhecimento do despacho de arquivamento à CM de Pedrógão Grande, sugerindo a classificação como SIM, dada a tipologia do bem em causa
Despacho de arquivamento de 30-09-2014 do diretor-geral da DGPC
Proposta de 3-09-2014 da DRC do Centro para arquivamento do procedimento de âmbito nacional
Edital n.º 438/2014, DR, 2.ª série, n.º 98, de 22-05-2014 (ver Edital)
Deliberação camarária de 24-04-2014 a determinar a abertura do procedimento de classificação para MIM
Proposta de classificação de 2-05-2005 da empresa Villa Isaura
Processo iniciado no Serviço Regional de Arqueologia da Zona Centro em 1984, após deslocação ao local

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Sítio
O forno implanta-se na base de uma pequena encosta do Cabeço da Cotovia, encontrando-se a fornalha situada abaixo do nível do solo. Esta estrutura que foi erguida em tijolo e pedra, apresenta uma planta retangular sendo ainda visíveis as duas áreas que habitualmente compõem os fornos e que representam, também, duas zonas funcionais distintas. A primeira corresponde à câmara de cozedura composta por uma grelha retangular onde se observam diversos orifícios dispostos em alinhamentos regulares, grelha esta que tinha como função permitir a circulação do ar quente que, a partir da fornalha subia para a zona superior do forno onde seriam colocadas as peças. No segundo nível de construção, observa-se a câmara de aquecimento onde era colocada a lenha, composta pela boca do forno sustentada por um lintel em pedra e uma fornalha. No interior da fornalha ainda são visíveis quatro arcos em tijolo que tinham, como função, sustentar a grelha. Em geral a estrutura aponta para um tipo de fornos do período imperial que foram utilizados não só na produção de cerâmica comum, como de materiais de construção. De referir que, em redor do forno, foram encontrados distintos fragmentos cerâmicos tais como bordos, panças e fundos de diversas dimensões, assim como imbrex e tegulae.

História
No decorrer das escavações arqueológicas iniciadas neste local no início da década de 80 do século XX, bem como nas prospeções efetuadas na zona do Cabeço, foram reconhecidos diversos vestígios que confirmam tratar-se de um forno do período romano.

Maria Ramalho/DGPC/2017.

Imagens