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Igreja de Nossa Senhora do Pranto, paroquial de Torre de Terrenho - detalhe

Designação

Designação

Igreja de Nossa Senhora do Pranto, paroquial de Torre de Terrenho

Outras Designações / Pesquisas

Igreja Paroquial de Torre do Terrenho / Igreja Paroquial da Torre do Terrenho / Igreja de Nossa Senhora do Pranto(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

-

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Guarda / Trancoso / Torre do Terrenho, Sebadelhe da Serra e Terrenho

Endereço / Local

Largo da Igreja
Torre de Terrenho

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 321/2015, DR, 2.ª série, n.º 106, de 2-06-2015 (regovou o diploma anterior, por não se ter detetado a dupla classificação, manteve a classificação como IIP, conforme Decreto n.º 129/77, e alterou a designação para Igreja de Nossa Senhora do Pranto, paroquial de Torre de Terrenho) (ver Portaria)
Portaria n.º 610/2014, DR, 2.ª série, n.º 141, de 24-07-2014 (classificou a Igreja de Nossa Senhora do Pranto, paroquial de Torre de Terrenho como MIP) (ver Portaria)
Proposta de 18-03-2014 da DRC do Centro para publicação da classificação, atendendo a que o procedimento estava concluído antes da entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma)
Decreto n.º 129/77, DR, I Série, n.º 226, de 29-09-1977 (classificou a Igreja paroquial de Torre de Terrenho como IIP, incorretamente incluída no distrito de Viseu) (ver Decreto)
Despacho de homologação de 22-07-1972 do Subsecretário de Estado da Administração Escolar
Parecer de 21-06-1972 da 4.ª Subsecção da 2.ª Secção da JNE a propor a classificação como IIP
Proposta de classificação de 17-09-1971 da DGEMN

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A Igreja de Nossa Senhora do Pranto resulta da reconstrução setecentista de um anterior templo medieval, remontando aos séculos XIII-XIV, do qual restará apenas um portal axial, ainda que alterado. Apesar das fachadas rústicas e relativamente incaracterísticas, o interior conserva elementos de interesse artístico.
A capela-mor, coberta por teto de caixotões com molduras de talha enquadrando representações hagiográficas, destaca-se, como um relicário, do conjunto das singelas paredes lisas. O retábulo-mor, em talha dourada e cromada de estilo nacional, tem um elaborado remate com baldaquino que interrompe a talha da abóbada, e assenta em colunas torsas cobertas por pâmpanos. A estrutura arquitetónica dos retábulos colaterais revela, apesar da sua menor valia artística, a influência da tratadística de Vignola, recurso algo anacrónico, mas típico da fase de transição do maneirismo para o barroco nacional.
Sílvia Leite / 2014

Imagens