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Casa da Quintã - detalhe

Designação

Designação

Casa da Quintã

Outras Designações / Pesquisas

Casa do Quintão / Casa da Quintã / Casa Quintão (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Solar

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Braga / Braga / Esporões

Endereço / Local

- -
Quintão

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 884/2013, DR, 2.ª série, n.º 240, de 11-12-2013 (ver Portaria)
Despacho de homologação de 14-10-1999 da Secretária de Estado da Cultura
Parecer de 17-05-1994 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor a classificação como IIP
Despacho de abertura de 28-09-1993 do presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 14-09-1993 da DR do Porto
Proposta de classificação de 28-06-1993 da DGEMN

ZEP

Despacho de 4-09-2013 da diretora-geral da DGPC a determinar a reanálise da ZEP
Anúncio n.º 13804/2012, DR, 2.ª série, n.º 248, de 24-12-2012 (ver Anúncio)
Despacho de homologação de 11-05-2011 do Secretário de Estado da Cultura
Parecer de 23-02-2011 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura, no sentido de ser fixada uma ZEP idêntica à ZGP (50 metros)

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

O núcleo mais antigo da Casa de Quintã é constituído pela capela que, segundo nos indica uma inscrição no seu interior, foi edificada no século XV. Possivelmente na época a capela estava já agregada a um aglomerado habitacional, no entanto não subsistem vestígios deste.
O actual edifício foi edificado no século XVII, apresentando um modelo característico da arquitectura solarenga do Minho no período tardo-maneirista. Apresenta planimetria em U, desenvolvendo-se a zona habitacional em volta de um pátio interno, sendo o conjunto fechado pelo pano murário da fachada principal. Esta apresenta um esquema simétrico, marcado pela disposição de janelas, rematada por conjunto de ameias, numa preservação tardia dos elementos militares na arquitectura civil.
A capela, reconstruída em 1798, possui planta quadrangular de nave única. Conservou no seu interior o conjunto de azulejos maneiristas de ponta de diamante policromos, bem como o retábulo-mor maneirista de talha dourada e policromada, que integra duas tábuas alusivas à lenda de São Martinho e uma imagem de Santa Ana e a Virgem, de manufactura mais tardia.
Catarina Oliveira
GIF/IPPAR/ 28 de Junho de 2005

Imagens

Bibliografia

Título

Pedras de armas e armas tumulares do distrito de Braga

Local

Braga

Data

1972

Autor(es)

NÓBREGA, Artur Vaz Osório da