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Antigo Convento de Nossa Senhora do Carmo - detalhe

Designação

Designação

Antigo Convento de Nossa Senhora do Carmo

Outras Designações / Pesquisas

Convento de Nossa Senhora do Carmo / Convento do Freixinho (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Conjunto

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viseu / Sernancelhe / Penso e Freixinho

Endereço / Local

- -
Freixinho

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 428/2019, DR, 2.ª série, n.º 134, de 16-07-2019 (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 2-07-2018 da diretora-geral da DGPC
Anúncio n.º 21/2018, DR, 2.ª série, n.º 29, de 9-02-2018 (ver Anúncio)
Despacho de concordância de 21-07-2017 da diretora-geral da DGPC
Parecer favorável de 7-06-2017 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Nova proposta de 11-05-2015 da DRC do Norte
Proposta de 19-12-2014 da DRC do Norte para a classificação como de IP
Anúncio n.º 297/2013, DR, 2.ª série, n.º 168, de 2-09-2013 (ver Anúncio)
Despacho de 16-07-2013 do Secretário de Estado da Cultura a determinar a abertura de novo procedimento
Parecer favorável de 15-07-2013 da diretora-geral da DGPC
Nova proposta de 4-07-2018 da DRC do Norte
Proposta de 19-04-2013 da DRC do Norte para a abertura de novo procedimento de classificação
Pedido de parecer de 18-03-2013 da CM de Sernancelhe sobre a classificação como de IM
Despacho de 16-12-2011 do director do IGESPAR, I.P. a considerar o procedimento caducado, nos termos do art.º 78.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma)
Despacho de homologação de 3-02-2005 da Ministra da Cultura
Parecer de 30-09-2004 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor a classificação como IIP
Proposta de 20-01-2003 da DR do Porto para a classificação como MIP
Edital de 14-07-1997 da CM de Sernancelhe
Despacho de abertura de 18-06-1997 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de 12-06-1997 da DR do Porto para a abertura da instrução de processo de classificação

ZEP

Portaria n.º 428/2019, DR, 2.ª série, n.º 134, de 16-07-2019 (com restrições) (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 2-07-2018 da diretora-geral da DGPC
Anúncio n.º 21/2018, DR, 2.ª série, n.º 29, de 9-02-2018 (ver Anúncio)
Despacho de concordância de 21-07-2017 da diretora-geral da DGPC
Parecer favorável de 7-06-2017 da SPAA do Conselho Nacional de Culturas
Em 16-11-2015 a DRC do Norte informa que mantém a proposta anterior
Proposta de 13-11-2015 da CM de Sernancelhe para supressão de uma das restrições, por desconformidade com o Regulamento do PDM
Nova proposta de 11-05-2015 da DRC do Norte
Proposta de 19-12-2014 da DRC do Norte
Devolvido à DRC do Norte por despacho de 30-04-2013 da diretora-geral da DGPC para fundamentar a ZEPP e articular com a CMProposta de 19-04-2013 da DRC do Norte para a fixação de uma ZEPP

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

O convento ou recolhimento de Nossa Senhora do Carmo foi instituído em 1663 pelo licenciado João de Gouveia Couto, que veio a ser sepultado na igreja, em 1704. Sem clausura nem votos, esta casa religiosa aproxima-se mais do que é habitualmente designado por recolhimento, e que poderia acolher diversas categorias de mulheres. No presente caso, tratava-se de meninas nobres com parcos recursos, mas a quem deveria ser ministrada uma educação completa. Inicialmente, era designado, na documentação, por convento de Santa Teresinha do Menino Jesus, mudando depois a sua invocação para Nossa Senhora do Carmo. Sem ser objecto de grandes contestações em 1834, pois não era na verdade um convento, acabou por ver o seu património devastado e confiscado, em 1910, com a República, sendo então as religiosas afastadas.
Os herdeiros do fundador reclamaram deste confisco e acabaram por ganhar a causa, sendo-lhes devolvido o imóvel, que mais tarde recuperaram e transformaram em hotel rural.
O edifício do recolhimento desenvolvia-se em planta longitudinal, com alçados abertos por janelas muito estreitas pautando-se, no interior, por corredores compridos que se articulavam com as muitas dependências aí existentes. O claustro é ainda reconhecível, de planta quadrada e com colunas de granito.
A igreja, também ela de arquitectura muito depurada, apresenta entrada lateral como convinha a um templo conventual feminino, que sobressai apenas pelo frontão de volutas que o remata. A torre sineira, eleva-se bem acima da linha dos telhados, terminando em coruchéu.
(RC)

Imagens

Bibliografia

Título

Sernancelhe na marcha da torrente

Local

Sernancelhe

Data

2002

Autor(es)

CARVALHO, Abílio Louro