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Casa nobre, terreiro, portal da Quinta Pombeiro de Sabadão - detalhe

Designação

Designação

Casa nobre, terreiro, portal da Quinta Pombeiro de Sabadão

Outras Designações / Pesquisas

Casa da Quinta de Pombeiro de Sabadão(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Quinta

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viana do Castelo / Ponte de Lima / Arcozelo

Endereço / Local

-

Proteção

Situação Actual

Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Anúncio n.º 13540/2012, DR, 2.ª série, n.º 197, de 11-10-2012 (ver Anúncio)
Despacho de arquivamento de 1-10-2012 do diretor-geral da DGPC
Parecer favorável de 26-09-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 14-09-2012 da DRC do Norte para o arquivamento do procedimento e envio de cópia do processo à CM de Ponte de Lima para a ponderação da classificação como de IM
Procedimento prorrogado até 31-12- 2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho de abertura de 14 -10-1993 do presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 7-10-1993 da DR do Porto
Proposta de classificação de 9-02-1990

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Edificada possivelmente em meados do século XVI, a Quinta de Pombeiro terá sido mandada construir por Fernão Soares Pereira, fidalgo da Casa Real, e sua mulher D. Isabel Barbosa.
O acesso ao interior da quinta faz-se através de um portão barroco armoreado, que abre para um terreiro com tanque de espaldar, onde originalmente existia também a capela privativa da casa, dedicada a Nossa Senhora da Graça.
O solar, um edifício de linhas maneiristas de planta quadrangular, foi edificado no extremo do terreiro. A fachada divide-se em dois registos marcados pela disposição de duas colunatas toscanas, a do piso térreo formando um alpendre, a do piso superior constituindo uma varanda, à qual se acede por escadaria edificada do lado esquerdo.
Duas grandes portas de moldura recta permitem o acesso ao interior do piso térreo, constituído por amplos compartimentos que originalmente se destinavam a áreas de serviço da casa.
O piso superior, com três janelas de sacada que permitem a entrada nos salões da casa, em igual número, possui na zona posterior do alçado as divisões habitacionais.
Catarina Oliveira
GIF/IPPAR/2006

Bibliografia

Título

Casas Senhoriais Portuguesas

Local

sl

Data

1986

Autor(es)

AZEVEDO, Francisco de