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Casa da Corujeira - detalhe

Designação

Designação

Casa da Corujeira

Outras Designações / Pesquisas

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Conjunto

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Bragança / Vinhais / Vinhais

Endereço / Local

Rua da Corujeira
Vinhais

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 740-DR/2012, DR, 2.ª série, n.º 248 (suplemento), de 24-12-2012 (ver Portaria)
Anúncio n.º 13489/2012, DR, 2.ª série, n.º 189 de 28-09-2012 (ver Anúncio)
Parcer favorável de 9-05-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Nova proposta de 30-03-2012 da DRC do Norte para a classificação como MIP
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Devolvido em 3-08-2006 à DR do Porto para juntar proposta de ZEP
Proposta de 13-10-2003 da DR do Porto para a classificação como CIP
Despacho de abertura de 15-09-1998 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de 9-09-1998 da DR do Porto para a classificação da Casa da Corujeira, anexos agrícolas e logradouro
Despacho de abertura de 1-08-1996 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 29-07-1996 da DR do Porto
Proposta de 4-07-1996 da APCA, de acordo com a proprietária, para a classificação da Casa da Corujeira

ZEP

Despacho concordante de 17-05-2012 do diretor-geral da DGPC
Parecer favorável de 9-05-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 30-03-2012 da DRC do Norte para que a ZEP seja fixada de acordo com o art.º 42.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma), ou seja, até 18 meses após a publicação da classificação

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Edifício barroco de dois andares e dotado de capela privada, foi originalmente propriedade da família Morais Sarmento e Campilho. É um solar de proporções modestas e, apesar da estreita via em que se implanta, detém acentuado impacto cenográfico e urbanístico, na medida em que a fachada principal se desenvolve em aparatosa frontaria de prolongamento longitudinal. O acesso ao interior é feito por porta axial de verga recta, ladeada por seis janelas rectangulares, três de cada lado. De mais luxuoso acabamento é o andar nobre, marcado por sete portas rectas, abertas em posição axial sobre os vãos do piso inferior e protegidas por gradeamento de ferro, numa continuidade simétrica digna de nota. O alçado termina em frontão axial que dota o conjunto de relativa verticalidade. Em data posterior, foi acrescentado um terceiro andar ao conjunto, marcado por seis janelas, que mantêm os eixos verticais de simetria, mas cuja feição quadrangular contraria a disposição rectangular dos vãos inferiores. Do lado Sul destaca-se a varanda típica transmontana, de estrutura em madeira.
A capela é dedicada a Nossa Senhora da Oliveira e ostenta aparatosa fachada de três andares, na origem elevando-se o coroamento acima da frontaria do próprio solar. O templo exibe um vocabulário rococó qualitativamente relevante em termos regionais, com portal inscrito em moldura recortada, a que se sobrepõe amplo janelão lobulado. A empena é em vertical frontão contracurvado e interrompido, com nicho no tímpano para a imagem do orago.
Paulo Fernandes | DIDA | IGESPAR, I.P.
20.07.2007

Imagens