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Casas, capela e vestígios arqueológicos de villa romana na Quinta de São Tomé - detalhe

Designação

Designação

Casas, capela e vestígios arqueológicos de villa romana na Quinta de São Tomé

Outras Designações / Pesquisas

Casa e Capela da Quinta dos Viscondes de São Tomé (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Quinta

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Coimbra / Soure / Soure

Endereço / Local

Quinta de São Tomé
Soure

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como CIP - Conjunto de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 291/2013, DR, 2.ª série, n.º 92, de 14-05-2013 (com restrição) (ver Portaria)
Declaração de retificação n.º 80/2013, DR, 2.ª série, n.º 14, de 21-01-2013 (ver Declaração)
Procedimento prorrogado até 30-06-2013 pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251, de 28-12-2012 (ver Diploma)
Anúncio n.º 13713/2012, DR, 2.ª série , n.º 223, de 19-11-2012 (ver Anúncio)
Parecer de 22-10-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura, a propor a classificação dos Vestígios arqueológicos da Villa Romana, casas e capela da Quinta de São Tomé como CIP
Proposta de 19-10-2012 da DRC do Centro para a classificação como MIP da Villa Romana, casas e capela da Quinta de São Tomé
Procedimento prorrogado pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho de concordância de 5-08-1998 do vice-presidente do IPPAR
Parecer de 29-07-1998 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor a devolução do processo à DR de Coimbra para reformulação da proposta (classifcação da capela como MN e da quinta como IP)
Proposta de 21-04-1998 da DR de Coimbra para a classificação como VC
Despacho de abertura de 23-05-1997 do vice-presidente do IPPAR
Proposta dfe classificação de 16-05-1997 da DR de Coimbra

ZEP

Portaria n.º 291/2013, DR, 2.ª série, n.º 92, de 14-05-2013 (com restrição) (ver Portaria)
Declaração de retificação n.º 80/2013, DR, 2.ª série, n.º 14, de 21-01-2013 (ver Declaração)
Anúncio n.º 13713/2012, DR, 2.ª série , n.º 223, de 19-11-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 22-10-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 19-10-2012 da DRC do Centro

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A atual Quinta de São Tomé terá origem em edificações do século XII, coevas do repovoamento da região e da sua doação à Ordem do Templo por D. Afonso Henriques. A primeira estrutura então construída seria a ermida da mesma invocação, tipologicamente integrada no prolífico românico sanchino, e que, embora muito descaracterizada, conserva ainda o belo arco cruzeiro e alguns capitéis esculpidos com motivos fitomórficos e zoomórficos. No edifício residencial, remodelado no século XVII, destacam-se a pedra de armas da frontaria, a varanda e as escadas laterais, a Casa do Sol, pequeno compartimento com delicados estuques decorativos rococó, os tetos de algumas salas e um pequeno pátio em claustro.
Os motivos de maior interesse consistem, no entanto, nos vestígios arqueológicos de uma villa romana remontando ao Baixo Império, concentrados sob a casa e no seu logradouro, nos campos imediatamente a Sul conhecidos por Terra da Porta, abrangendo uma vasta área que termina a escassos metros da ribeira de São Tomé, e nos campos contíguos à capela, conhecidos por Terra da Capela. Estes testemunhos demonstram a existência de um prévio povoamento romano no local, onde passaria uma derivação da via romana ligando Lisboa a Leiria e a Coimbra, que atravessava o rio Anços.
Sílvia Leite - UCC/DPIMI/DBC/DGPC /2013

Imagens