Saltar para o conteúdo principal da página

Casa da Quinta ou Paços da Baía - detalhe

Designação

Designação

Casa da Quinta ou Paços da Baía

Outras Designações / Pesquisas

Casa da Quinta / Paços da Baía (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Quinta

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Coimbra / Figueira da Foz / Maiorca

Endereço / Local

Rua da Igreja
Maiorca

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 96/2014, DR, 2.ª série, n.º 30, de 12-02-2014 (ver Portaria)
Despacho de homologação de 14-10-1999 da Secretária de Estado da Cultura
Parecer favorável de 13-10-1994 do Conselho Consultivo do IPPAR
Proposta de 9-05-1994 da DR de Coimbra para a classificação como IIP
Despacho de abertura de 9-05-1994 do presidente do IPPAR
Proposta de classificação de 27-04-1994 da DR de Coimbra

ZEP

Portaria n.º 96/2014, DR, 2.ª série, n.º 30, de 12-02-2014 (sem restrições) (ver Portaria)
Anúncio n.º 13700/2012, DR, 2.ª série, n.º 222, de 16-11-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 21-04-2010 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 16-10-2009 da DRC do Centro

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Situada na vila de Maiorca, antigo couto do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, a Casa da Quinta foi edificada na primeira metade do século XVII, apresentando um modelo maneirista erudito, de bases tratadísticas.
A casa, um bom exemplar da arquitectura senhorial do Baixo Mondego que conserva ainda a estrutura original, desenvolve-se à volta de um pátio interior, formando uma planta quadrangular fechada, totalmente simétrica ao nível da volumetria.
Os alçados da casa denunciam um desenho bastante sóbrio e austero, ao gosto do maneirismo chão seiscentista. A fachada principal foi dividida em dois registos, cujo ritmo é marcado pela disposição das fenestrações e portas a espaços regulares.
A fachada posterior da casa possui ao nível do registo superior uma varanda com colunata dórica, que se sobrepõe a uma loggia de arcada plena.
Tal como era habitual na época, a habitação divide-se em duas áreas distintas , definidas de acordo com os pressupostos definidos pela tratadística italiana do século XVI, nomeadamente nas obras de Sebastiano Serlio. No piso térreo as divisões eram destinadas às áreas de serviço da casa e espaços de arrumação, enquanto o piso superior, o andar nobre da casa, era utilizado para os espaços sociais e de habitação familiar.
O andar nobre foi reformado no século XVIII, tendo sido decorado com diversos elementos ornamentais de gosto barroco e rococó. Destaca-se o lambril de azulejos colocado na sala de jantar, executados por Sousa Carvalho cerca de 1780 na fábrica da Telha Vidrada da cidade de Coimbra.
Catarina Oliveira
GIF/IPPAR/ 5 de Maio de 2005

Imagens

Bibliografia

Título

Guia de Portugal - Beira Baixa, vol. III, tomo I

Local

Coimbra

Data

1944

Autor(es)

DIONÍSIO, Sant'Ana

Título

Coimbra e Região

Local

Lisboa

Data

1987

Autor(es)

BORGES, Nelson Correia

Título

Solares Portugueses

Local

Lisboa

Data

1988

Autor(es)

AZEVEDO, Carlos de

Título

Inventario Artistico de Portugal - Distrito de Coimbra

Local

Lisboa

Data

1993

Autor(es)

GONCALVES, António Nogueira, CORREIA, Vergílio

Título

Figueira da Foz

Local

Lisboa

Data

1991

Autor(es)

BORGES, José Pedro de Aboim

Título

Casas Nobres de Portugal

Local

Lisboa

Data

1987

Autor(es)

BINNEY, Marcus