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Conjunto arquitetónico composto pelo edifício do Teatro-Cine da Covilhã, pelo edifício da Câmara Municipal da Covilhã, pelo edifício dos CTT e pelo edifício da Caixa Geral de Depósitos - detalhe

Designação

Designação

Conjunto arquitetónico composto pelo edifício do Teatro-Cine da Covilhã, pelo edifício da Câmara Municipal da Covilhã, pelo edifício dos CTT e pelo edifício da Caixa Geral de Depósitos

Outras Designações / Pesquisas

Conjunto arquitetónico composto pelos edifícios do Teatro-Cine, da Câmara Municipal, dos CTT (atual Telecom) e da Caixa Geral de Depósitos da Covilhã / Edifício dos Correios, Telégrafos e Telefones, CTT, da Covilhã / Edifício da Portugal Telecom (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) / Câmara Municipal da Covilhã (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) / Teatro Cine da Covilhã (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) / Edifício da Caixa Geral de Depósitos, CGD, da Covilhã (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Cine-Teatro

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Castelo Branco / Covilhã / Covilhã e Canhoso

Endereço / Local

Praça do Município
Covilhã

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como CIP - Conjunto de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 448/2014, DR, 2.ª série, n.º 113, de 16-06-2014 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 26-05-2003 do Ministro da Cultura
Parecer favorável de 7-05-2003 do Conselho Consultivo do IPPAR
Proposta de 18-05-2000 da DR de Coimbra a propor a classificação como IIP
Despacho de abertura de 26-04-1996 do presidente do IPPAR
Parecer de 28-03-1996 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor a classificação do conjunto arquitectónico composto pelos edifícios da Teatro-Cine, Câmara Municipal, Telecom e Caixa Geral de Depósitos
Proposta de 29-12-1995 da DR de Coimbra para a classificação como VC
Despacho de abertura de 18-12-1995 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 13-12-1995 da DR de Coimbra
Proposta de 11-11-1994 da CM da Covilhã para a classificação do Teatro-Cine

ZEP

Devolvido em 5-09-2014 à DRC do Centro para elaborar nova proposta de ZEP, de acordo com a legislação atualmente em vigor
Proposta de 18-05-2000 da DR de Coimbra

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

O Teatro-Cine da Covilhã teve como antecedente o Theatro Calleya, cuja inauguração remonta a 1899. Ao que tudo indica, existiu um outro edifício, terminado em 1924, e inaugurado pela companhia Amélia Rey Colaço-Robles Monteiro. O teatro que hoje conhecemos resulta da campanha de obras dos anos cinquenta, com projecto do arquitecto Raul Rodrigues Lima.
Formando um gaveto na Praça da República, o teatro desenvolve-se em planta rectangular, criando duas fachadas que se articulam através de um pano semicircular. A mais estreita é aberta, ao nível térreo, por arcos de volta perfeita, a que correspondem, nos pisos superiores, duas fiadas de janelas, enquadradas na mesma composição rectilínea, sendo as do piso intermédio de sacada. O alçado mais longo acompanha o declive do terreno e o piso térreo é rasgado pelas portas de entrada separadas por lâminas de betão prolongadas ao alto por sequentes mais estreitas e que seccionam o alçado em finos panos cegos.
A assinalar a entrada, e a permitir, juntamente com o alçado semicircular, a articulação das duas fachadas, encontra-se um torreão que se eleva acima da linha das coberturas. Ao centro, exibe uma faixa vertical de janelas rectas, que terminam em dois baixos relevos e antecedem a secção superior, mais estreita e rematada por coruchéu. O pano circular conserva as mesmas linhas do alçado mais estreito e separa-se do seguinte por uma outra faixa vertical, de óculos circulares.
No interior, a planta da sala é também rectangular, e o foyeur reflecte a forma semicircular da fachada.
A sala esteve encerrada entre meados dos anos 80 e 1992, ano em que foi reaberto pela Câmara Municipal que, desde então, explora o espaço, renovado em 2001.
(Rosário Carvalho)

Imagens