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Igreja de Santa Maria Madalena, paroquial de Agadão - detalhe

Designação

Designação

Igreja de Santa Maria Madalena, paroquial de Agadão

Outras Designações / Pesquisas

Igreja Paroquial de Agadão / Igreja Paroquial de Agadão / Igreja de Santa Maria Madalena (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Aveiro / Águeda / Belazaima do Chão, Castanheira do Vouga e Agadão

Endereço / Local

- -
Lomba

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Declaração de retificação n.º 241/2014, DR, 2.ª série, n.º 46, de 6-03-2014 (retificou dois erros ortográficos - acentos) (ver Declaração)
Portaria n.º 87/2014, DR, 2.ª série, n.º 27, de 7-02-2014 (ver Portaria)
Despacho de homologação de 2-06-2003 do Ministro da Cultura
Parecer de 7-05-2003 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor a alteração da categoria para IIP
Despacho de homologação de 14-10-1999 da Secretária de Estado da Cultura
Parecer favorável de 13-03-1995 do Conselho Consultivo do IPPAR
Proposta de 28-06-1993 da DR de Coimbra para a classificação como VC
Proposta de classificação de 15-02-1992 da Comissão da Fábrica da Igreja

ZEP

Declaração de retificação n.º 241/2014, DR, 2.ª série, n.º 46, de 6-03-2014 (retificou dois erros ortográficos - acentos) (ver Declaração)
Portaria n.º 87/2014, DR, 2.ª série, n.º 27, de 7-02-2014 (sem restrições) (ver Portaria)
Anúncio n.º 98/2013, DR, 2.ª série, n.º 46, de 6-03-2013 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 7-11-2011 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 5-08-2010 da DRC do Centro

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Erguida na segunda metade do século XVIII, a igreja paroquial de Agadão, dedicada a Santa Maria Madalena, destaca-se não apenas pela sua arquitectura mas também pelo interesse dos elementos artísticos do seu interior. As informações disponíveis situam a edificação do templo no terceiro quartel de Setecentos, mas a campanha decorativa prolongou-se pelo menos até ao início da centúria seguinte, conforme indica o ano de 1806 nas pinturas do coro.
A fachada, definida por pilastras nos cunhais encimadas por pináculos, termina em empena com tímpano aberto por óculo oval (a interromper o friso que marca o início de um eventual frontão) e nicho. O portal, de verga recta, é encimado por frontão de lanços. À esquerda, e num plano ligeiramente recuado, a torre sineira termina em coruchéu.
No interior, a nave única é coberta por trinta e cinco caixotões pintados com representações da Infância, Paixão e Ressurreição de Cristo, da Vida da Virgem e de santos. Para além do coro, encontram-se ainda neste espaço três confessionários, o baptistério, sob a torre e dois retábulos de talha dourada e polícroma já muito eclécticos. A nave articula-se com a capela-mor através do transepto sem braços, formado por dois arcos de volta perfeita e onde se exibem dois retábulos semelhantes aos do corpo da igreja. Na capela-mor, revestida por azulejos de padrão, merece destaque o tecto em caixotões e o retábulo, de talha dourada e polícroma, um pouco mais elaborado que os restantes.
Observa-se assim uma planimetria longitudinal, mas pouco usual, que configura um espaço profusamente decorado e revelador da preocupação com a actualização estética que o originou, ainda que recorrendo a artistas locais ou regionais.
(RC)

Imagens

Bibliografia

Título

Inventário Artístico de Portugal - Distrito de Aveiro

Local

Lisboa

Data

1959

Autor(es)

GONCALVES, António Nogueira