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Chafariz de D. Maria I - detalhe

Designação

Designação

Chafariz de D. Maria I

Outras Designações / Pesquisas

Chafariz D. Maria I / Chafariz de D. Maria I(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

-

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Setúbal / Palmela / Palmela

Endereço / Local

Largo do Chafariz de D. Maria I
Palmela

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 662/2012, DR, 2.ª série, n.º 215, de 7-11-2012 (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 19-09-2012 do diretor-geral da DGPC
Anúncio n.º 11817/2012, DR, 2.ª série, n.º 104, de 29-05-2012 (ver Anúncio)
Despacho de concordãncia de 12-01-2012 do diretor do IGESPAR, I.P.
Parecer favorável de 19-12-2011 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 14-12-2011 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo para a classificação como MIP
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Edital N.º 14/DAF-DAG/2009 de 11-02-2009 da CM de Palmela (relativo ao despacho de abertura do procedimento de âmbito nacional)
Edital N.º 79/DAF-DAG/2008 de 14-11-2008 da CM de Palmela (classificação como de IM)
Despacho de abertura de 5-09-2008 da subdirectora do IGESPAR, I.P.
Proposta de 29-08-2008 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo para a abertura de procedimento de classificação de âmbito nacional
Proposta de 16-01-2008 da CM de Palmela para a classificação como IIP
Deliberação de 30-10-2007 da AM de Palmela a aprovar a classificação como de IM
Deliberação de 26-09-2007 da CM de Palmela a aprovar a classificação como de IM

ZEP

Portaria n.º 662/2012, DR, 2.ª série, n.º 215, de 7-11-2012 (sem restrições) (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 19-09-2012 do diretor-geral da DGPC
Anúncio n.º 11817/2012, DR, 2.ª série, n.º 104, de 29-05-2012 (ver Anúncio)
Despacho de concordãncia de 12-01-2012 do diretor do IGESPAR, I.P.
Parecer favorável de 19-12-2011 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 14-12-2011 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

O Chafariz de D. Maria I, erguido no largo do cruzamento das estradas de Azeitão e Setúbal, foi mandado edificar por ordem da rainha em 1792, para substituir um anterior, construído por D. Jorge, Mestre da Ordem de Santiago, em 1549. De acordo com o requerimento entregue a D. Maria I pela vereação da Câmara de Palmela, em 1785, o chafariz quinhentista estaria então arruinado, e o caudal da sua fonte corria tão baixo, que as águas usadas começavam a inquiná-lo. Sob o patrocínio régio, que abrangeu outras obras públicas em Palmela, a obra terá começado alguns anos mais tarde, ficando o chafariz pronto em 1792, conforme inscrição comemorativa no frontão.
O monumento é uma obra de carácter cenográfico, bem ao gosto da época, constituindo um típico exemplo de chafariz de espaldar de inspiração barroca. O monumental espaldar rectangular, em pedra, divide-se em três panos. O pano central é saliente, em cantaria, ritmado por pilastras e rematado em frontão triangular sobre frisos, encimado por cinco pináculos. Os panos laterais são lisos e caiados, e o conjunto é percorrido por uma platibanda moldurada. No frontão, em moldura circular, existe uma inscrição com o texto PUBLICAEUTILLITATI C.D.S.P.Q.R SUBAUSPICCI MARIA I MDCCXCII, ou "De utilidade pública feito por resolução do povo senado e administração do concelho sob os auspícios de D. Maria I 1792". Ao centro, sob o mesmo frontão, destaca-se o brasão de D. Maria I, e cada pano lateral é decorado com uma variação da época das antigas armas da vila de Palmela (mão sustentando uma palmeira entre duas torres, encimadas pela cruz de Santiago e por duas vieiras).
O chafariz possui duas bicas deitando para uma pequena bacia central, e ainda dois tanques laterais destinados a lavagens e bebedouro de gado. Estas águas, das quais se abasteceu a população de Palmela ao longo do século XIX e até meados do século XX, era considerada como tendo excelentes qualidades medicinais.
Sílvia Leite / DIDA- IGESPAR, I.P. /2009

Imagens

Bibliografia

Título

Arquitectura da água: fontes, chafarizes e tanques para o inventário do património histórico edificado do concelho de Palmela, Separata do boletim do Museu Municipal de Palmela, nº 8

Local

Palmela

Data

-

Autor(es)

PRATA, Cristina dos Reis