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Igreja de São Pedro, matriz do Sebal - detalhe

Designação

Designação

Igreja de São Pedro, matriz do Sebal

Outras Designações

Igreja Matriz do Sebal

Categoria / Tipologia

-

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Coimbra / Condeixa-a-Nova / Sebal e Belide

Endereço / Local

Rua da Igreja
Sebal Grande

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 278/2014, DR, 2.ª série, n.º 81, de 28-04-2014 (ver Portaria)
Despacho de homologação de 24-02-2010 do Secretário de Estado da Cultura
Parecer favorável de 30-04-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P
Proposta de 31-12-2008 da DRC do Centro para a classificação como IIP
Despacho de abertura de 2-05-2008 da subdirectora do IGESPAR, I.P.
Proposta de abertura de 2-04-2008 da DRC do Centro

ZEP

Portaria n.º 278/2014, DR, 2.ª série, n.º 81, de 28-04-2014 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 24-02-2010 do Secretário de Estado da Cultura
Parecer justificativo da opção escolhida em 26-08-2009
Parecer de 30-04-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P
Proposta de 31-12-2008 da DRC do Centro

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A antiga paróquia de São Pedro, já referenciada em 1250, teve templo construído pelo menos desde as primeiras décadas do século XIV, edificação da qual nada restará. A igreja atual, atribuída à ação da Congregação dos Cónegos Seculares de São João Evangelista ou dos Lóios e do Cabido da Sé de Coimbra, data do primeiro terço do século XVII, embora o portal seja tardio, e as capelas laterais sejam enquadráveis na produção artística de finais do século XVI.
De fachada singela, aberta por portal rematado em frontão curvo interrompido com enrolamentos, a igreja implanta-se num adro alteado, murado e pavimentado, com escadaria de acesso.
No interior, alterado por campanhas de obras dos séculos XVIII e XIX, destacam-se as elegantes capelas laterais e altares em pedra de Ançã, ainda renascentistas, bem como o cadeiral de espaldar da Irmandade do Santíssimo, duas tábuas quinhentistas figurando São Paulo e São João Evangelista, diversos silhares de azulejos de fabrico coimbrão, dos séculos XVI, XVII e XVIII, os lavabos da sacristia e da sala da confraria e o retábulo-mor, setecentista, de talha dourada e policromada.
Sílvia Leite / UCC / 2014

Imagens