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Termas de Castelo de Vide - detalhe

Designação

Designação

Termas de Castelo de Vide

Outras Designações / Pesquisas

Águas Minerais de Castelo de Vide / Termas de Castelo de Vide(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

-

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Portalegre / Castelo de Vide / Santa Maria da Devesa

Endereço / Local

-

Proteção

Situação Actual

Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Despacho de arquivamento de 17-05-2011 do Director do IGESPAR, I.P.
Proposta de arquivamento de 12-05-2011 da DRCAlentejo, por não ter processo próprio e não ter valor nacional

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Uma das primeiras referências às águas de Castelo de Vide data de 1706, e refere-se à Fonte da Vila, cuja edificação actual deverá remontar ao reinado de D. João III. Apesar da excelência reconhecida da água e das suas propriedades terapêuticas, bem como da importância local da fonte (que constituiu o ponto gerador do próprio sistema urbano medieval), esta e outras nascentes da localidade - caso da Fonte da Mealhada - só foram consideradas para fins medicinais depois das análises efectuadas por Charles Lepierre em 1918, data a partir da qual começou a ser estudada a captação da nascente. Em 1940 iniciaram-se estudos para novas captações, e teve início a construção do balneário. A vila medieval recebeu assim uma rede de esgotos moderna, e todo o caudal da Fonte da Vila foi desviado para o complexo termal.
O balneário ficou concluído em 1942, com projecto dos arquitectos Ernesto e Camilo Korrodi. O estabelecimento termal e anexos, localizados a cerca de 20 metros da Fonte da Vila e num nível médio de 4 a 5 metros inferior a esta, incluía um buvette (sendo que a água de Castelo de Vide é particularmente adequada a tratamentos por ingestão), quatro quartos de banho para homens e quatro para mulheres, e cabines para duches e outros tratamentos. O edifício, de dimensões modestas, é um exemplo típico da arquitectura pública do Estado Novo, de estética regionalista. Funcionou até ao início da década de 90, e hoje encontra-se abandonado, ainda que se conserve em relativo bom estado de conservação.
Sílvia Leite / DIDA - IGESPAR, I.P. / 2011

Imagens

Bibliografia

Título

Águas de Portugal. História e Bibliografia

Local

Lisboa

Data

1944

Autor(es)

ACCIAIUOLI, Luís de Meneses