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Quinta de Chão de São Francisco e Capela de Nossa Senhora dos Escravos - detalhe

Designação

Designação

Quinta de Chão de São Francisco e Capela de Nossa Senhora dos Escravos

Outras Designações / Pesquisas

Casa da Quinta de Chão de São Francisco e Capela de Nossa Senhora dos Escravos / Casa de Treixedo (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

-

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viseu / Viseu / São João de Lourosa

Endereço / Local

Rua Nossa Senhora dos Escravos
Lourosa de Cima

Proteção

Situação Actual

Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Anúncio n.º 13734/2012, DR, 2.ª série, n.º 226, de 22-11-2012 (ver Anúncio)
Despacho de arquivamento de 20-04-2012 do diretor-geral da DGPC
Parecer favorável de 26-03-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 6-03-2012 da DRC do Centro para o arquivamento do procedimento e envio do processo à CM de Viseu para a ponderação da classificação como de IM, face à descaracterização
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho de abertura de 31-08-2006 da vice-presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 25-08-2006 da DR de Coimbra
Requerimento de classificação de 14-07-2006 da empresa proprietária

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Propriedade do Visconde de Treixedo, por herança da sua mulher D. Maria Eduarda (descendente dos Queirós Pinto, Ataíde, Serpe e Melo, Almeida e Vasconcelos), a Quinta do Chão de São Francisco permaneceu na posse desta família até ao final do século XX, funcionando como residência de verão.
A casa foi construída no século XVIII, e ampliada em 1824 ou 1834 (Processo de Classificação, IPPAR/DRC), incluindo-se neste alargamento a cavalariça, a adega e outras dependências funcionais. O bloco residencial adapta-se ao terreno, apresentando dois pisos na fachada principal e três na lateral esquerda e posterior. No frontispício, muito depurado, apenas há a registar a abertura simétrica das janelas de guilhotina e das portas, sem moldura. No piso térreo encontram-se os compartimentos de vocação agrícola como o lagar e a adega, no segundo a cozinha e arrecadações e, no último, as salas de estar e quartos. Numa das salas exibe-se o brasão das famílias proprietárias do imóvel.
Ainda no âmbito agrícola, encontra-se paralela à fachada lateral esquerda a denominada casa-da-malta que servia para acolher os trabalhadores agrícolas migrantes. Nas traseiras situa-se a casa dos caseiros e um alpendre com forno de pão.
Nos jardins há a destacar a fonte com o nicho onde se encontra a imagem de São Francisco, padroeiro da Quinta.
A capela de Nossa Senhora dos Escravos situa-se na povoação. Nem sempre foi propriedade da Quinta, pois a sua construção, cerca e 1660, foi custeada por Simão Machado e seus descendentes e, depois, pela população local (Processo de Classificação, IPPAR/DRC). A fachada, que termina em frontão de lanços com volutas, é marcada pela abertura, ao centro, do portal com frontão alteado.
(RC)

Imagens