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Parque Residencial da Boavista (Foco) - detalhe

Designação

Designação

Parque Residencial da Boavista (Foco)

Outras Designações / Pesquisas

Bairro ou empreendimento do Foco

Categoria / Tipologia

-

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Porto / Ramalde

Endereço / Local

-

Proteção

Situação Actual

Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Despacho de 6-02-2018 da diretora-geral da DGPC a determinar o arquivamento do pedido de abertura de procedimento de classificação
Parecer favorável de 10-10-2018 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 29-06-2018 da DRC do Norte para a abertura de procedimento de classificação apenas da Igreja de Nossa Senhora da Boavista e Centro Paroquial, por o parque não ter um valor cultural de âmbito nacional
Requerimento de 7-05-2018 de particular para a abertura de procedimento de classificação do parque Residencial da Boavista
CM do Porto informou em 9-03-2012 não desenvolver procedimento de classificação como de IM, por considerar que a proteção do conjunto está salvaguardada através do Regulamento do PDM do Porto
Despacho de arquivamento de 29-09-2010 do Director do IGESPAR, I.P.
Proposta de arquivamento de 16-09-2010 da DRCN, por não ter valor nacional
Despacho de 8-11-2006 da Vice-Presidente do IPPAR a solicitar à DRPorto uma proposta fornmal para posterior decisão
Proposta de abertura de 6-11-2006 da DRP
Proposta de 27-06-2006 do Arqº Agostinho Ricca

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

"O grande Parque Residencial da Boavista deveu-se ao empreendimento de um grupo financeiro articulado pelo Banco Português do Atlântico e pela Sociedade de Construções William Graaham. Situa-se numa zona provilegiada da cidade do Porto, em terreno marginante da Avenida da Boavista, entre a Rua de Azevedo Coutinho e a via de acesso à Ponte da Arrábida. O terreno tem uma área de 70 000 m2 e a superfície coberta pelos 10 imóveis, de finalidade residencial, comercial, recreativa e cultura, é de 25 000 m2. O restante terreno está destinado a amplas zonas verdes e arruamentos privativos do Parque. Os prédios localizam-se na periferia do terreno, mantendo entre si um espaçamento arborizado. Trata-se, portanto, de uma zona calma e repousante, embora situada numa das grandes linhas de trânsito para o Norte e Sul do país e na proximidade imediata do coração da cidade e da Foz. O grupo a nascente do grande parque foi realizado como unidade comercial, recreativa e cultural. O centro recreativo é constituído por uma piscina coberta e uma descoberta, um restaurante e um snack-bar e um dancing que integra o bar. Avulta também nesta zona um cinema, que poderá funcionar como sala de concertos." FERNANDES, Fátima; CANNATÀ, Michele - Guia da Arquitectura Moderna. Porto. 1925-2002. Maia, Matosinhos, Porto, Vila Nova de Gaia. 2ª Ed. Lisboa: Edições ASA