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Lisboa Pombalina - detalhe

Designação

Designação

Lisboa Pombalina

Outras Designações / Pesquisas

Baixa Pombalina / Lisboa Pombalina / Baixa de Lisboa(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

-

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Lisboa / Misericórdia; Santa Maria Maior; Santo António

Endereço / Local

- -
Lisboa

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como CIP - Conjunto de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 740-DV/2012, DR, 2.ª série, n.º 248 (suplemento), de 24-12-2012 (ampliou a classificação, alterou a designação para Lisboa Pombalina e alterou a categoria de classificação para CIP, com a consequente fixação de restrições) (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 4-12-2012 da diretora-geral da DGPC
Anúncio n.º 13556/2012, DR, 2.ª série, n.º 198, de 12-10-2012 (ver Anúncio)
Despacho de homologação de 2-10-2012 do diretor-geral da DGPC
Parecer de 26-09-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura a propor a classificação como CIP
Proposta de 20-09-2012 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo para a classificação da Lisboa Pombalina como CIP
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Edital N.º 43/2006 de 8-06-2006 da CM de Lisboa
Despacho de 5-04-2006 do presidente do IPPAR a determinar a abertura do procedimento de reclassificação /redelimitação
Proposta de 31-03-2006 da DR de Lisboa para a reclassificação / redelimitação da Baixa Pombalina
Proposta de 1-09-2005 de particulares para a classificação da Lisboa Pombalina
Decreto n.º 95/78, DR, I Série, n.º 210, de 12-09-1978 (classificou a Baixa Pombalina) (ver Decreto)
Despacho de homologação de 9-07-1968
Novo parecer de 7-06-1968 da 4.ª Subsecção da 2.ª Secção da JNE a aprovar a planta enviada pela DGEMN
Despacho de homologação de 16-11-1967
Novo parecer de 30-10-1967 da 4.ª Subsecção da 2.ª Secção da JNE a juntar planta da classificação da Baixa Pombalina como IIP
Despacho de homologação de 12-11-1966
Parecer de 11-10-1966 da 4.ª Subsecção da 2.ª Secção da JNE a propor a classificação da Baixa Pombalina como IIP

ZEP

Despacho de concordância de 24-04-2013 da diretora-geral da DGPC
Parecer de 23-04-2013 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura a propor que não sefa fixada ZEP, nos termos do art.º 55.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, de 23 de outubro, atendendo a que a envolvente é constituída por tecidos urbanos consolidados que se encontram municiados de regulamentos municipais em vigor que asseguram a manutenção das características volumétricas e morfológicas desses conjuntos, assegurando a harmonia das envolventes ao conjunto classificado
Proposta de 20-09-2012 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo para que não seja estabelecida uma ZEP
Despacho de 18-10-2011 do diretor do IGESPAR, I.P. a concordar com o parecer e a devolver o processo à DRC de Lisboa e Vale do Tejo para apresentar propostas de ZEP individuais, ou conjuntas nos casos em que tal se justifique
Parecer de 10-10-2011 da SPA do Conselho Nacional de Cultura a propor o arquivamento
Proposta de 22-08-2006 da DR de Lisboa para a ZEP conjunta do Castelo de São Jorge e restos das cercas de Lisboa, Baixa Pombalina e imóveis classificados na sua área envolvente

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A Lisboa Pombalina é o símbolo da excecional resposta ao Terramoto de 1755, que destruiu grande parte do centro da cidade de Lisboa. O extraordinário plano de recuperação urbana promovido pelo Marquês de Pombal, que se apoiou na qualificada formação teórica e empírica da engenharia militar portuguesa, deu origem ao mais monumental exemplo dos princípios políticos e filosóficos do Iluminismo, similar a alguns exemplos europeus da sua época mas claramente superior na sua modernidade radical.
A classificação abrange várias dezenas de quarteirões de traçado pombalino praticamente íntegro, de malha ortogonal, que se desenvolvem em torno dos espaços de representação monumental da Praça do Comércio e da Praça do Rossio, constituindo um excecional conjunto patrimonial de grande coerência urbanística e aproveitando de forma exemplar a morfologia do terreno e as potencialidades cenográficas da fachada fluvial.
A esta delimitação juntam-se os outros núcleos de expansão da cidade assumidos no denominado Plano Pombalino de reconstrução da cidade de Lisboa, gizado sob direção de Manuel da Maia, engenheiro-mor do reino, e aprovado em 1758. Estes núcleos incluem o Chiado ou zona alta do traçado setecentista, projetado para integrar o centro da cidade, deslocado da zona ribeirinha, bem como as zonas envolventes das Chagas e Santa Catarina, e a zona confinante com a Rua de São Mamede, que, embora não abrangidas pela proposta inicial do Plano Pombalino, foram profundamente reordenadas dentro dos princípios do urbanismo e da arquitetura pombalinos.

Imagens

Bibliografia

Título

Uma experiência pombalina, Monumentos, nº 21

Local

Lisboa

Data

2004

Autor(es)

FRANÇA, José-Augusto

Título

Do plano de 1755-1758 para a Baixa-Chiado, Monumentos, nº 21

Local

Lisboa

Data

2004

Autor(es)

ROSSA, Walter

Título

Arquitectura religiosa pombalina, Monumentos, nº 21

Local

Lisboa

Data

2004

Autor(es)

SILVA, Raquel Henriques da

Título

Reflexões sobre a Lisboa de Pombal, Camões, nº 15/16

Local

Lisboa

Data

2003

Autor(es)

FRANÇA, José-Augusto