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Museus, Monumentos e Palácios 03/10/2017

Foi editado o Guia de Boas Práticas de Acessibilidade "Comunicação Acessível e Inclusiva em Monumentos, Palácios e Museus"

Foi editado o Volume 5 da Coleção Guia de Boas Práticas de Acessibilidade "Comunicação Acessível e Inclusiva em Monumentos, Palácios e Museus", pelo Turismo de Portugal

Autoras: Ana Garcia, Josélia Neves e Clara Mineiro

Coordenadora da edição: Clara Mineiro

Local e ano de publicação: Lisboa, 2017

Coeditores: Turismo de Portugal (TP) e Direção Geral do Património Cultural (DGPC)

Disponível no site da DGPC em formato PDF

Neste Guia de Boas Práticas de Acessibilidade sobre Comunicação Inclusiva em Monumentos, Palácios e Museus vai encontrar uma síntese dos conceitos atuais que estão na base desta abordagem à comunicação. Estão identificados os produtos essenciais para que haja uma oferta mais diversificada que vá de encontro às necessidades dos visitantes e sistematizados os processos a seguir para desenvolver cada um deles. Esses procedimentos técnicos são aplicáveis e adaptáveis a qualquer espaço cultural que queira acolher novos públicos.

A palavra portuguesa comunicação derivada da palavra latina communicare, que significa tornar comum ou partilhar. O processo implica que o emissor transmita a informação, mas também que mensagem a mensagem seja recebida pelo recetor, que a descodifica ou interpreta. Tendo em vista a diversidade da condição humana, a comunicação será tanto mais efetiva quanto for acessível e inclusiva.

Frequentemente os conceitos de acessibilidade e de inclusão são considerados sinónimos, mas são diferentes. O conceito acessibilidade, geralmente associado ao uso do espaço físico ou arquitetónico de um local. Sendo esse um pré-requisito essencial, o conceito é hoje entendido de modo global e com múltiplas facetas. Aplica-se evidentemente às estratégias para eliminar barreiras físicas, mas também às barreiras intelectuais e sociais. O objetivo último será permitir o usufruto por parte da maioria das pessoas, independentemente da sua condição de saúde ou idade. Cobre campos tão diversos quanto a entrada e circulação no edifício, mas também a sinalética, a comunicação e a divulgação, a segurança, a consultoria, o emprego e voluntariado por parte de pessoas com deficiência ou incapacidade, a formação das equipas, a avaliação das práticas correntes e a política de gestão relativa a todas estas questões. Abrange assim todos os setores de atividade e a prática quotidiana de todos os funcionários de modo envolvente e transversal na vida das instituições.

Por inclusão tomamos o resultado das ações e meios que tornam um meio mais acessível, permitindo que as pessoas se sintam bem-vindas, seguras, confortáveis e envolvidas no local em que se encontram.

O Guia de Comunicação Acessível e Inclusiva em Monumentos, Palácios e Museus pretende ser um instrumento de trabalho que contribua para abrir novos caminhos na aventura de conhecer melhor o nosso património.