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Selo "Clean & Safe" Museus Privados

O Turismo de Portugal criou o selo ”Clean & Safe” para distinguir as empresas do setor do Turismo que cumpram as recomendações da Direção-Geral da Saúde para evitar a contaminação dos espaços com o novo coronavírus.

O Ministério da Cultura e a área do Património Cultural, através dos seus Museus, Palácios e Monumentos, associou-se a esta iniciativa para que os que os visitam também reconheçam estes locais como seguros e cumpridores de todos os requisitos de segurança definidos pela DGS, tendo sido criada uma personalização do selo "Clean&Safe - PATRIMÓNIO CULTURAL" para o Património Cultural.
Os Museus privados que não integram a Rede Portuguesa de Museus podem também candidatar-se à  atribuição do selo "Clean&Safe - PATRIMÓNIO CULTURAL" mediante o cumprimento de determinados requisitos.
A Direção-Geral do Património Cultural reconhece os Museus Privados que cumpram as recomendações da Direção-Geral da Saúde, para evitar a contaminação dos espaços com o SARS-CoV-2 (novo coronavírus).

Requisitos a cumprir

A adesão, e consequente utilização do selo “Museu Clean & Safe”, obriga ao compromisso por parte do museu do cumprimento integral do conjunto de requisitos definido:​

Formação a todos os colaboradores

1. Todos os Colaboradores receberam informação e/ou formação específica sobre:

a) Plano de Contingência relativo ao surto de coronavírus COVID-19.

b) Como cumprir as precauções básicas de prevenção e controlo de infeção relativamente ao surto de coronavírus COVID-19, incluindo os procedimentos:

. higienização das mãos: lavar as mãos frequentemente com água e sabão, durante pelo menos 20 segundos ou usar desinfetante para as mãos que tenha pelo menos 70% de álcool, cobrindo todas as superfícies das mãos e esfregando-as até ficarem secas.

. etiqueta respiratória: tossir ou espirrar para o antebraço fletido ou usar lenço de papel, que depois deve ser imediatamente deitado ao lixo; higienizar as mãos sempre após tossir ou espirrar e depois de se assoar; Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos.

. conduta social: alterar a frequência e a forma de contacto entre os trabalhadores e entre estes e os clientes, evitando (quando possível) o contacto próximo, apertos de mão, beijos, postos de trabalho partilhados, reuniões presenciais e partilha de comida, utensílios, copos e toalhas.

c) Como cumprir a auto monitorização diária para avaliação da febre (medir a temperatura corporal duas vezes por dia e registar o valor e a hora de medição), verificação de tosse ou dificuldade em respirar.

d) Como cumprir as orientações da Direção Geral de Saúde referentes ao distanciamento social, higiene das mãos e superfícies, e etiqueta respiratória.

Informação a todos os visitantes

1. Está disponibilizada a todos os visitantes, em português e inglês se possível, a seguinte informação:

a) Como cumprir as precauções básicas de prevenção e controlo de infeção relativamente ao surto de coronavírus COVID-19.

b) Qual o plano de contingência relativo ao surto de coronavírus COVID-19.

O Museu possui

1. Equipamentos de proteção individual em número suficiente para todos os colaboradores.

2. Stock de materiais de limpeza de uso único proporcional às suas dimensões, incluindo toalhetes de limpeza de uso único humedecidos em desinfetante, lixívia e álcool a 70º.

3. Dispensadores de solução antissética de base alcoólica ou solução à base de álcool junto aos pontos de entrada/saída, e sempre que aplicável por piso, à entrada do restaurante, bar, loja e instalações sanitárias comuns.

4. Contentor de resíduos com abertura não manual e saco plástico.

5. Nas instalações sanitárias, equipamento para lavagem de mãos com sabão líquido e toalhetes de papel.

O Museu assegura

1. Lavagem e desinfeção, de acordo com o plano de contingência, das superfícies onde colaboradores e visitantes circulam.

2. Limpeza, várias vezes ao dia, das superfícies e objetos de utilização comum (designadamente, balcões, interruptores de luz e de elevadores, maçanetas, puxadores de armários, montras da loja, terminais de pagamento, pontos de descanso).

3. Proteção ou remoção de peças de exposição e equipamentos que envolvam toque ou manipulação, nos termos recomendados pela Direção Geral de Saúde.

4. Ser dada preferência à limpeza húmida, em detrimento da limpeza a seco e do uso de aspirador de pó.

5. A renovação de ar das salas e espaços fechados é feita regularmente.

6. Nas zonas de restauração e bebidas, caso existam, devem respeitar-se as orientações definidas pela Direção Geral de Saúde para o setor da restauração.

A organização do Museu assegura

1. A venda de bilhetes online, sempre que possível.

2. No caso de visitas de grupo,preferencialmente, a marcação prévia, a fim de evitar situações de espera para entrar no equipamento cultural, bem como no espaço exterior.

3. O controlo do número de pessoas (incluindo visitantes e colaboradores) nas instalações, incluindo áreas de espera ou atendimento, auditório, loja, de modo a garantir que cada visitante/colaborador dispõe do distanciamento físico definido pela DGS.

4. A existência de barreiras nas áreas de bilheteira e atendimento ao público.

5. Sempre que possível:

a) A criação de um sentido único de visita;

b) A limitação do acesso da visita a espaços exíguos;

c) A eliminação ou, se não for possível, a redução do cruzamento de visitantes em zonas de estrangulamento.

6. Utilização de escadas para acesso aos pisos, se aplicável. O cumprimento das regras de segurança da Direção Geral de Saúde na programação que estiver disponível.

7. Ser evitado o contacto direto com o visitante ou com quaisquer objetos pessoais do mesmo, incluindo na entrega direta de bilhetes ou outros materiais que não possam ser disponibilizados online.

8. A distribuição de informação, preferencialmente em suporte digital/online.

9. O pagamento de todos os bens e serviços através de sistema eletrónico, sempre que possível.

10. Que existe sempre ao serviço um colaborador responsável por acionar os procedimentos em caso de suspeita de infeção (acompanhar a pessoa com sintomas ao espaço de isolamento, prestar-lhe a assistência necessária e contactar o serviço nacional de saúde).

11. O armazenamento dos resíduos produzidos pelos doentes suspeitos de infeção em saco de plástico que, após fechado (ex. com abraçadeira) deve ser segregado e enviado para operador licenciado para a gestão de resíduos hospitalares com risco biológico.

Para solicitar Kit Selo "Clean & Safe"

Declaração de Compromisso

A Declaração de Compromisso deverá ser impressa, assinada e enviada por email. A assinatura deverá ser comprovada com Cartão de Cidadão ou Chave Móvel Digital através da aplicação Autenticação.Gov . Esse comprovativo também deverá ser enviado por email.

Formulário

O Formulário deverá ser impresso, preenchido, digitalizado e enviado por email.

Todos estes elementos deverão ser enviados para o seguinte endereço de email: selo.clean.safe@dgpc.pt

Após validação, será enviado o Kit Marca Clean & Safe