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Museu José Malhoa

O Museu José Malhoa mostra o maior núcleo reunido de obras do seu patrono e uma importante coleção de pintura e de escultura dos séculos XIX e XX, revelando-se a quem o visita como o museu do Naturalismo Português. Completam as coleções uma Seção de Cerâmica das Caldas - articulada em torno da importância de que se revestiu a atuação de Rafael Bordalo Pinheiro para a faiança local e do conjunto único das 60 esculturas de terracota da “Paixão de Cristo” -, o núcleo de Escultura ao Ar Livre e uma Biblioteca de Arte com um acervo de mais de 5.000 espécies.

A 17 de junho de 1933, por despacho ministerial pronunciado sobre “Parecer favorável” do Conselho Superior de Belas Artes, é criado o “Museu José Malhoa”, embora esta concordância ressalve qualquer encargo para o Estado.

O falecimento de Malhoa ocorre em 26 de Outubro desse ano e o Museu será solenemente inaugurado, em instalação provisória, a 28 de Abril de 1934, dia do aniversário do artista. São fundadores da instituição, a par com António Montês, Joaquim Agostinho Fernandes, José Filipe Rodrigues e o pintor caldense José de Sousa.

O Museu fica instalado na “Casa dos Barcos”, no Parque D. Carlos I, cedida e beneficiada pelo Hospital Termal, e abre anualmente ao público de 28 de abril a 26 de outubro. À data da inauguração, é apresentado o anteprojeto para edifício próprio, desenhado pelo Arq. Paulino Montês, e é lançada a primeira pedra, em terreno do Parque concedido pelo Hospital Termal.

A 11 de agosto de 1940, o edifício é inaugurado, no âmbito dos festejos provinciais dos Centenários da Fundação e da Restauração de Portugal, sendo entregue com toda a coleção à Junta de Província da Estremadura, instância que promoveu a obra e que passará a tutelar o então denominado Museu Provincial de José Malhoa.

Assim se ergue em Portugal o primeiro edifício projetado para fins museológicos, que veio a ser contemplado com importantes ampliações e remodelações, sendo a última realizada entre setembro de 2006 e dezembro de 2008, da autoria dos Arq. João Daniel e João Santa-Rita. A reabertura do edifício, a 19 de Dezembro de 2008, coincidiu com uma nova apresentação das coleções e uma significativa melhoria das condições de acolhimento dos visitantes.

Conteúdos da responsabilidade do museu e editados pela DGPC

Contactos e
Localização

Tutela:
Direção Regional de Cultura do Centro
Director(a):
Dr. Carlos Coutinho
Endereço:
Parque D. Carlos I – 2500-109 Caldas da Rainha
GPS:
Lat: 39,40067685978906 Long: -9,133933747468518
Telf(s):
+ 351 262 831 984
Fax(s):
+ 351 262 843 420
E-mail:
mjosemalhoa@drcc.pt
Site:
http://mjosemalhoa.drcc.pt/site/index.php

Como chegar: Carro: Via A8
Comboios: CP
Autocarros urbanos: Rede Expresso , Rodoviária do Tejo

Estacionamento: Parque de estacionamento gratuito, junto ao Parque D. Carlos I.

Acessibilidade: Rampas e instalações sanitárias disponíveis para visitantes com necessidades especiais.

Verão (1 abril até à primeira semana de outubro): das 10h00 às 19h00 horas 

Inverno (desde a segunda semana de outubro até 31 de março): das 10h00 às 17h30 horas, 

Encerrado ao público à segunda-feira e nos dias 1 de janeiro e 25 de dezembro.

Loja

Biblioteca de Arte

Exposição permanente

Exposições temporárias

Serviço Educativo

 

Atividades: Visitas guiadas a grupos escolares e não escolares, com marcação prévia; Ateliers diversos; Oficinas pedagógicas.

. Conceição Colaço e Sónia de Matos - “Vamos Festejar a República no Museu José Malhoa”, Instituto dos Museus e da Conservação – Museu José Malhoa, 2010. - Matilde Tomaz do Couto, Luís Nuno Rodrigues, Anabela Henriques Rosa, Isabel Xavier - “O Museu José Malhoa. As Caldas e a República”, Instituto dos Museus e da Conservação – Museu José Malhoa, 2010. - Dóris Joana Santos, Estela Baptista Costa, – “Se eu vestisse a Rainha...”, Instituto dos Museus e da Conservação – Museu José Malhoa, 2007. Esgotado. - Sónia Matos, Dóris Joana Santos - Jogo “O Tesouro Perdido”, Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa, 2005. - Sónia Matos, Dóris Joana Santos - Jogo “Há um Museu no Parque”, Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa, 2005. - Matilde Tomaz do Couto, Cristina Azevedo Tavares, e outros – “Malhoa e Bordalo: confluências duma geração”, Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa, 2005. Esgotado. - Matilde Tomaz do Couto, Dóris Joana Santos, Estela Baptista Costa - “Museu de José Malhoa. Roteiro”, Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa, 2005. Esgotado. - Matilde Tomaz do Couto, Dóris Joana Santos, Estela Baptista Costa - “Museu de José Malhoa. Guide”, Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa, 2005. - Conceição Colaço, Dóris Joana Santos, Estela Baptista Costa – “Entramos!? Roteiro Juvenil do Museu José Malhoa”, Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa, 2004. - Matilde Tomaz do Couto e outros - “Fernando de Azevedo 1923-2002: Exposição de Homenagem”, Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa, 2004. - Matilde Tomaz do Couto, coord., e artistas intervenientes – “KA TA MA RI Glass. Expo de Escultura em Vidro", Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa, 2003. - Raquel Henriques da Silva, Matilde Tomás do Couto, Fernando de Azevedo, Cristina Azevedo Tavares - “O Prémio Malhoa”, Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa – Sociedade Nacional de Belas-Artes, 2000. Esgotado. - Matilde Tomás do Couto - “José de Sousa. Exposição Retrospectiva 1897-1987”, Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa, 1999. - Teresa Balté, João Lima Pinharanda, Paulo Henriques - “Hein Semke. Esculturas”, Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa, 1997. - Paulo Henriques, Maria Helena Coimbra, Luís Nuno Rodrigues, Matilde Tomás do Couto, Conceição Colaço - “António Montês. Museu José Malhoa”, Instituto Português de Museus – Museu de José Malhoa. 1996. Esgotado. - Matilde Tomaz do Couto - “A Arte da Miniatura em Barro. Escultores e Basrristas”, Instituto Português do Património Cultural – Museu de José Malhoa, 1998. - João Saavedra Machado, Matilde Tomaz do Couto - “A Paixão de Cristo na Obra de Rafael Bordalo Pinheiro”, Instituto Português do Património Cultural – Museu de José Malhoa, 1985. Esgotado. - António Montês – “Malhoa Íntimo”, Museu de José Malhoa, 1983.

Atualizado em_18 de junho de 2014, informação fornecida pelo museu em 14 de Março de 2013

Última actualização: 29 Setembro 2016

Rede Portuguesa de Museus

A Rede Portuguesa de Museus (RPM) é um sistema organizado de museus, baseado na adesão voluntária, configurado de forma progressiva e que visa a descentralização, a mediação, a qualificação e a cooperação entre museus.

A Rede Portuguesa de Museus é composta pelos 146 museus que atualmente a integram. A riqueza do seu universo reside na diversidade de tutelas, de coleções, de espaços e instalações, de atividades educativas e culturais, de modelos de relação com as comunidades e de sistemas de gestão.

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