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Museu Francisco Tavares Proença Júnior

O núcleo original do Museu Francisco Tavares Proença Júnior tem por base a coleção arqueológica de Francisco Tavares Proença Júnior, posteriormente enriquecido com peças de arte antiga provenientes do recheio do Paço Episcopal e com incorporações sucessivas de espólios arqueológicos, paramentaria e colchas bordadas, estas últimas provenientes da coleção Ernesto de Vilhena. Durante os anos oitenta do século XX, incorporou diversas obras de arte contemporânea.

O Museu Francisco Tavares Proença Júnior foi fundado em 1910 por Francisco Tavares Proença Júnior (1883-1916), personalidade de múltiplos interesses no mundo da ciência e das artes que se notabilizou especialmente como arqueólogo. O Museu foi inicialmente instalado no Convento dos Capuchos de Castelo Branco e após uma existência atribulada foi transferido, em 1971, para o edifício do antigo Paço Episcopal adaptado para o efeito pela DGEMN. Na década de noventa beneficiou de avultadas obras de requalificação e adaptação museográfica.

 

Conteúdos da responsabilidade do museu e editados pela DGPC

Contactos e
Localização

Tutela:
Direção Regional de Cultura do Centro
Director(a):
Aida Rechena
Endereço:
Largo Dr. José Lopes Dias 6000-462 - Castelo Branco
GPS:
Lat: 39,8286658 Long: -7,49449089999996
Telf(s):
+ 351 272 344 277
Fax(s):
+ 351 272 347 880
E-mail:
mftpj@drcc.pt

Comboios: Comboio a 5 Km
Autocarros urbanos: Existem autocarros para o centro

Estacionamento: Estacionamento no pátio do Museu.

Inverno (de outubro a abril): Terça-feira a domingo das 10h00 às 17h30.

Verão (de abril a outubro): Terça-feira a domingo das 10h00 às 19h00.

Encerrado ao público à segunda-feira e nos feriados de 1 de janeiro e 25 de dezembro.

Acolhimento

Receção/Loja

Exposição permanente: "Arqueologia: coleções de Francisco Tavares Proença Júnior": coleção de arqueologia do fundador do museu; Memórias do Bispado: iconografia religiosa; retrato; Tecnologias têxteis tradicionais: Linho; Tecidos Bordados: Paramentaria; traje; colchas.

Centro de Documentação / Biblioteca: Espólio documental: Arqueologia e História da Arte

Oficina-Escola de Bordados Regionais: integrada no percurso da visita. Manufactura de colchas e painéis bordados a seda sobre linho caseiro, a partir de desenhos tradicionais do Bordado de Castelo Branco.

Laboratório de conservação e restauro de têxteis bordados. Aceitam-se trabalhos particulares.

Auditório: 16 lugares

Serviço Educativo

Atividades: visitas orientadas com exploração lúdico didáctica e realização de oficinas sobre temáticas abordadas na exposição do Museu (oficinas permanentes) e atividades relacionadas com as exposições temporárias e dias comemorativos (oficinas pontuais). Estas atividades destinam-se quer a crianças e jovens em idade escolar (pré-escolar, 1º ciclo, 2º ciclo e 3º ciclo) quer a públicos adultos.

Responsável: Celeste Ribeiro

Tel. + 351 272 344 277

•  Museu de Francisco Tavares Proença Júnior, Lisboa, IPM, 2001 •  Modernismo e Vanguarda nas colecções do Museu do Chiado / 1900-1940, Lisboa, IPM, 2001 •  Desenho e Modernismo nas colecções do Museu do Chiado /1900-1940, Lisboa, IPM, 2001 •  Figuração e Abstracção nas colecções do Museu do Chiado / 1940-1960, Lisboa, IPM, 2002 •  Da Escultura à Colagem. Outras disciplinas nas Colecções do Museu do Chiado / 1940-1960, Lisboa, IPM, 2002 •  O Linho é um Sonho, Vídeo, Catarina Alves Costa e Benjamim Pereira, Lisboa, IPM, 2003 •  A Seda é um Mistério, Vídeo, Catarina Alves Costa e Benjamim Pereira, Lisboa, IPM, 2003 •  Arqueologia: colecções de Francisco Tavares Proença Júnior: Roteiro de Colecções, 2006.

Atualizado em 18 de junho de 2014, informação fornecida pelo museu a  5 de dezembro de 2013

Última actualização: 18 Julho 2014

Rede Portuguesa de Museus

A Rede Portuguesa de Museus (RPM) é um sistema organizado de museus, baseado na adesão voluntária, configurado de forma progressiva e que visa a descentralização, a mediação, a qualificação e a cooperação entre museus.

A Rede Portuguesa de Museus é composta pelos 146 museus que atualmente a integram. A riqueza do seu universo reside na diversidade de tutelas, de coleções, de espaços e instalações, de atividades educativas e culturais, de modelos de relação com as comunidades e de sistemas de gestão.

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