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Museu do Papel Moeda

A constituição do acervo museológico do Museu do Papel Moeda teve início em 1981 e o início da construção das infraestruturas físicas do Museu deu-se em 1994, tendo sido inaugurado em 20 de Janeiro de 1996. Em 2003, o Museu foi ampliado e inaugurou uma nova exposição permanente. Na lista de prioridades do Museu está a sua atividade como agente de mudança educacional e social. O Museu afirma-se, sobretudo por ter sabido pôr as suas coleções ao serviço da comunidade, criando um Serviço de Educação que integra uma equipa de profissionais qualificados, para quem a educação e a comunicação com todos os públicos é uma preocupação e prática diárias. Sabe que tem potencial e a responsabilidade de intervir socialmente a vários níveis, preocupando-se em programar regularmente para todos os públicos: escolas, famílias, seniores e pessoas com necessidades especiais. O museu faz parte do GAM – Grupo para a Acessibilidade nos Museus, e tem a preocupação de estar aberto a toda a comunidade, de procurar parcerias com entidades públicas e privadas, de dirigir a programação de acordo com as expectativas dos públicos que acolhe e de procurar conhecer melhor novos públicos, tendo elegido como áreas de intervenção estratégica a área educacional e a área social.

O Museu do Papel Moeda apresenta duas exposições permanentes.

A exposição de papel moeda apresenta a história do dinheiro de papel enquanto património fiduciário português, com o fim de preservar os testemunhos da evolução económica, social e cultural de Portugal. A exposição é constituída por diversas colecções. As apólices do Real Erário (a colecção apresenta um exemplar muito raro, uma apólice de 2.400 Reis de 1797 da primeira emissão do Empréstimo, único exemplar conhecido), e ainda notas de Portugal continental e ex-colónias, cheques, acções, lotarias, papel selado, letras e a mais completa colecção de cédulas que há em Portugal. Do espólio fazem parte a totalidade das emissões portuguesas de notas, sendo de destacar a existência de três dezenas de notas únicas. Este núcleo é constituído por exemplares de diversas instituições bancárias, nomeadamente Bancos Emissores do Norte, Banco de Lisboa, Banco de Portugal, Banco de Angola, Banco Nacional Ultramarino e Banco do Brasil (período colonial), bem como de instituições não bancárias que igualmente emitiram notas, tais como as empresas João de Brito, Estradas de Lisboa ao Porto, Thomas Jorge das Neves e Contracto do Tabaco, e ainda da Junta de Fazenda Publica de Angola, Moçambique e do Estado da Índia Portuguesa. Esta exposição está adaptada a cegos, amblíopes e pessoas com paralisia cerebral. O museu disponibiliza notas táteis e informação em suporte papel (Braille e ampliado), em suporte digital e em suporte áudio (áudio-guias). 

A exposição “O Dinheiro e os Transportes” apresenta  mais de 6.000 miniaturas de carros , das marcas Corgy, Dinky Toys, Brumm, Marklin, Matchbox, Shuco, Vitesse e Western Models, para além de muitas outras. Pode-se ainda ver miniaturas de barcos e comboios. É uma exposição onde se privilegia a construção do conhecimento numa perspectiva interactiva, recorrendo a diversos tipos de tecnologias para contextualizar os objectos expostos. Pode-se ver muitos filmes documentários, viewmasters, fotoquisoques e uma enorme maqueta com comboios em movimento. O que distingue esta colecção de outras semelhantes é a espantosa quantidade de raridades e a apresentação de uma narrativa visual muito apelativa. A exposição integra três núcleos: transportes marítimos, aéreos e terrestres. Como a informação é sustentada por filmes documentários consegue-se introduzir diferentes níveis de complexidade e atrair visitantes com faixas etárias diversas. Pode-se ainda visualizar a reconstituição da viagem de Gago Coutinho e Sacadura Cabral, perceber como foi a evolução da aviação civil em Portugal e outras curiosidades, tais como, a visualização do interior do novo Airbus ou, ainda, divertir-se no fotoquiosque, procurando informações adicionais sobre a história do dinheiro ou sobre marcas e fabricantes das miniaturas. Esta exposição está adaptada a pessoas com paralisia cerebral.

Conteúdos da responsabilidade do museu e editados pela DGPC

Contactos e
Localização

Tutela:
Fundação Dr. António Cupertino de Miranda
Director(a):
Alberto Correia de Almeida
Endereço:
Avenida da Boavista, 4245 4100-140 Porto
GPS:
Lat: 41,16512874281158 Long: -8,673152074205063
Telf(s):
+351 226 101 189
Fax(s):
+351 226 103 412
E-mail:
sefacm@mail.telepac.pt

Autocarros urbanos: 502 e 504

Estacionamento: Parque privativo com capacidade para 120 viaturas ligeiras. Estacionamento para autocarros de passageiros.

Acessibilidade: Rampas de acesso para deficientes, elevadores e WC adaptado.

Segunda a sexta-feia das 10h00 às 12h30 e das 15h00 às 18h00.

Encerrado aos sábados, domingos e feriados.

Ingresso

Bilhete Normal – 3,00 €

Visita orientada a adultos (mínimo de 6 pessoas): 3.25€

Isenções:

Entrada livre à segunda-feira
Portadores de Porto Card, pessoas com necessidades especiais e crianças até 6 anos de idade

Descontos:

Maiores de 65 anos e estudantes: 1.50€
Visita orientada a escola e grupos organizados de seniores: 1.75€
Famílias: 50% de desconto

Acolhimento

Receção e restaurante

Exposição permanente

Centro de Documentação / Biblioteca - Especialização Papel fiduciário e notafilia, educação e museologia

3 Auditórios - com capacidade para 217 pessoas  (auditório I), com capacidade para 500 pessoas  (auditório II), com capacidade para 25 pessoas  (mini-auditório). 

Serviço Educativo

Atividades: programas para escolas, famílias, seniores, públicos com necessidades especiais e visitantes individuais. 

Responsável: Sónia Santos

contacto: servicoeducativo@facm.pt

• Santos, Hermínio e Salgado, Javier, O Papel Fiduciário em Portugal, 1995 • Soares, Manuela Goucha, Os Segredos do Dinheiro de Papel, 1997 • O Guia do Museu do Papel Moeda, 2004 • A Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, 2004 • Isidoro, Jaime, A História de um olhar, 2004 • Cadernos temáticos do Museu - O Porto, 2005

TM 18junho14 - informação enviada pelo museu em 22nov14

Última actualização: 29 Julho 2014

Rede Portuguesa de Museus

A Rede Portuguesa de Museus (RPM) é um sistema organizado de museus, baseado na adesão voluntária, configurado de forma progressiva e que visa a descentralização, a mediação, a qualificação e a cooperação entre museus.

A Rede Portuguesa de Museus é composta pelos 146 museus que atualmente a integram. A riqueza do seu universo reside na diversidade de tutelas, de coleções, de espaços e instalações, de atividades educativas e culturais, de modelos de relação com as comunidades e de sistemas de gestão.

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