Skip Navigation

Pelourinho de Santa Catarina - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Santa Catarina

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Santa Catarina(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localization

Divisão Administrativa

Leiria / Caldas da Rainha / Santa Catarina

Endereço / Local

Adro da Igreja Paroquial
Santa Catarina

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

World Heritage

-

General Description

Nota Histórico-Artistica

As origens da vila de Santa Catarina remontam ao século XIII e à altura em que os monges de Alcobaça começaram a organizar o vasto território envolvente. Em 1333, certamente algum tempo depois de integrada a povoação nos chamados Coutos de Alcobaça, foi agraciada com foral por parte de Frei João Martins, abade do mosteiro.
O pelourinho actual é o resultado material do foral passado à já então denominada Vila de Santa Catarina pelo rei D. Manuel em 1518. A localidade foi sede de concelho até 1836 e transitou para o município das Caldas da Rainha em 1898, depois de ter estado cerca de sessenta anos anexa a Alcobaça.
Apesar de originalmente manuelino, este pelourinho foi objecto de uma remodelação quase integral, em momento desconhecido da época Moderna, presumivelmente na segunda metade do século XVII, ou já no século XVIII, altura em que se reformulou a Igreja Matriz e se construíram alguns importantes solares. Em todo o caso, a métrica do pelourinho, ao ajustar-se sistematicamente ao número 8, parece seguir um esquema previamente definido e característico dos tempos manuelinos.
A plataforma é de secção octogonal, composta por dois degraus oitavados. Sobre ela assenta a base, que é também octogonal e serve de enquadramento ao pelourinho propriamente dito, com prisma de oito faces, molduradas por arestas verticais, e terminando em anéis progressivamente de menor largura, solução que antecede o fuste.
Este é circular e ligeiramente irregular, tendo-se incorporado, na parte superior, quatro ferros em cruz, dotados de argolas e terminação em lança. O coroamento é antecedido por moldura em meia cana e compõe-se de capitel em forma de cone oitavado, rematado por perfil arredondado como se de um sino se tratasse.
PAF

Images

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde

Título

Pelourinhos da Estremadura, Boletim da Junta de Província da Estremadura, vols. XXIV e XXV

Local

Lisboa

Data

1950

Autor(es)

REAL, Mário Guedes