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Pelourinho de Alpedriz - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Alpedriz

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Alpedriz(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localization

Divisão Administrativa

Leiria / Alcobaça / Coz, Alpedriz e Montes

Endereço / Local

Praça 5 de Outubro
Alpedriz

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

World Heritage

-

General Description

Nota Histórico-Artistica

A povoação de Alpedriz foi conquistada ao domínio árabe por D. Afonso Henriques, em 1147. Recebeu o seu primeiro foral em 1150, das mãos do mesmo rei, que assim incentivava o seu povoamento. Em 1187, D. Sancho I entrega a vila como comenda aos freires da Ordem de São Bento de Avis. D. Manuel concedeu-lhe foral novo, em 1515.
A actual freguesia, integrada em Alcobaça desde o século XIX, possui um monumento geralmente designado como Pelourinho de Alpedriz, num largo central da povoação, junto à Ermida do Santíssimo Sacramento. A sua datação é incerta, para o que contribui a simplicidade dos elementos que restam: do original, existe apenas o fuste, este mesmo bastante intervencionado. Este fuste esteve levantado em posição distinta no mesmo largo, sobre uma base tronco-cónica alta e lisa. Foi derrubado em 1973, e reerguido sobre um soco de três degraus circulares, feitos de novo (mantendo a base). O fuste, que até então apresentava um forte adelgaçamento na metade inferior, aparentemente causado por desgaste (?), foi corrigido com cimento. Veio a ser novamente deitado por terra em 1992, e desta vez a sua reconstrução, a cargo da Junta de Freguesia de Alpedriz e efectuada em 1994, incluiu a feitura de uma base nova para a coluna, em substituição do anterior tronco de cone. A plataforma é igualmente distinta, bem como o remate, até então inexistente. Assim, e ao presente, o pelourinho é constituído por um soco de dois degraus quadrangulares, de parapeito boleado, aparentemente antigos (?), sobre os quais assenta a base da coluna, desta feita constando de um grande paralelepípedo liso. Sobre este levanta-se directamente o fuste, cilíndrico e ligeiramente galbado, revestido com cimento. Termina com uma estreita moldura circular, e é rematado por uma cruz de época distinta do fuste. Está, pois, transformado em cruzeiro, fazendo conjunto com a ermida já citada. Note-se a intenção de fazer concordar a planta da base, feita de novo, com a dos degraus, possivelmente aproveitados de outro monumento. SML

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Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde